segunda-feira, 1 de abril de 2013

MEUS DELIRIOS

MEUS DELÍRIOS

Ancoro meu delírio em manso cais
E sinto-te decerto mais contente
Amar e ser feliz, no que se sente
Em horas delicadas, sensuais,

E quando se percebe muito mais
Do que deveras creio ou mesmo sente
Uma alma que se fora penitente
Encontra finalmente em triunfais

Momentos o que tanto procurava
Ausência de ternura, fúria em lava,
Agora em claridade e mansidão.

Sabendo do futuro nos teus braços
Ganhando plenamente tais espaços,
O amor se faz meu prumo e direção.

MARCOS LOURES

Um comentário:

Ronaldo Rhusso disse...

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Delírios necessários nessa lida
que tornam o caminho aprazível
e o gozo é, de fato, indizível
de modo que não há um freio ou brida!

Momentos que celebram dom da vida
compartilhados no mais alto nível
e muitos chamariam de incrível
todo o prazer despido de medida!

Ternura, arma sublime que renova
a esperança quando quase morta
é algo lindo! É algo que importa.

A fúria em lava encontra a sua cova;
felicidade vem de face nova
e para o paraíso nos transporta!

Ronaldo Rhusso